SEASDH organiza seminário “Inclusão social e sustentabilidade”, no Parque dos Atletas

06/25/2012 às 1:45 pm | Publicado em FIA, Informações, Juventude | Comentários desativados em SEASDH organiza seminário “Inclusão social e sustentabilidade”, no Parque dos Atletas

Abertura do encontro foi feita pelo secretário Antonio Claret e o secretário executivo do Ministério do Meio Ambiente, Francisco Gaetani

A Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos organizou para este sábado, dia 23, o seminário “Inclusão social e sustentabilidade”, no Parque dos Atletas, para discutir a inclusão social para o desenvolvimento sustentável abrindo um espaço para um diálogo sobre a atuação do Governo do Estado. Além disso, o encontro teve também como objetivo fazer um balanço sobre o documento que foi assinado pelos 194 chefes de Estado durante a Rio+20 e não apenas as discussões que aconteceram no RioCentro, mas também nos eventos paralelos, como o da Cúpula dos Povos, no Aterro do Flamengo, e no Forte de Copacabana. A mesa de abertura foi composta pelo secretário Antonio Claret e o secretário executivo do Ministério do Meio Ambiente, Francisco Gaetani.

“Este é um momento de reflexão após as discussões que aconteceram durante a Rio+20, mas que ainda vão ter repercussão nos próximos meses trazendo concretude para as nossas práticas. A elaboração de um documento consensual, por 194 diferentes chefes de Estado, não é tarefa fácil, mas tivemos pontos altos, como colocar a erradicação da pobreza, já no segundo parágrafo, como o maior desafio global. Meu desejo é que possamos aproveitar essa efervescência em torno da Rio+20 e tenhamos capacidade de manter esse tema presente em nossas ações”, destacou o secretário Antonio Claret.

O secretário executivo do Ministério do Meio Ambiente, Francisco Gaetani, fez uma avaliação do documento final da Rio+20 e atribuiu as insuficiências do documento à crise global.

“Como o mundo pode pensar em consenso entre 194 países? Isso não é muito razoável. Ainda bem que a sociedade civil está insatisfeita,  que muita gente acha que podia ser melhor, que, em algumas áreas, estamos com o sentimento que poderiamos ir além. Porque sem ansiedade e frustração não há avanço”.

Gaetani disse ainda que está extremamente orgulhoso do Brasil e do Rio de Janeiro em relação à Rio+20.

“O maior produto dessa conferência é o processo. Nós tivemos múltiplos avanços, em múltiplas frentes. Não tivemos nenhum retrocesso em frentes que estamos trabalhando. Os avanços do ponto de vista da política social que o país tem tido, ocuparam o centro da agenda do desenvolvimento. Isso é muito precioso”, concluiu.

A primeira mesa “Diretrizes para o enfrentamento da pobreza com sustentabilidade no Estado do Rio de Janeiro” contou com a participação da secretária executiva, Maria Célia Vasconcelos Pucu, Lúcia Modesto, subsecretária de Integração de Programas Sociais, Simone de Almeida Pinto, superintendente de Proteção Social Básica da subsecretaria de Assistência Social e Descentralização da Gestão, da SEASDH, e Paulo Buss, coordenador do Centro de Relações Internacionais em Saúde da FioCruz.

A mesa dois, “Direitos Humanos, Diversidade e Sustentabilidade” teve apresentação da subsecretária de Promoção dos Direitos Humanos, Andréa Sepúlveda, da secretária executiva, Maria Célia,  de André Lazaro, coordenador da área de Políticas de Educação Superior da Flacso, e Lais Abramo, diretora do Escritorio da Organizacao Internacional do Trabalho (OIT) no Brasil.

Participaram do seminário todos os subsecretários e superintendentes da SEASDH, funcionários, colaboradores e estagiários da Fundação para a Infância e a Adolescência (FIA).

Informações:http://www.rj.gov.br/web/seasdh/exibeconteudo?article-id=981273

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Entrega de documento com demandas da comunidade marca programação da Rio+20 na Rocinha

06/21/2012 às 3:33 pm | Publicado em Uncategorized | Comentários desativados em Entrega de documento com demandas da comunidade marca programação da Rio+20 na Rocinha

Evento aconteceu na Biblioteca Parque com a presença do secretário Antonio Claret

Três alunos da Escola Municipal Francisco de Paula Brito, que funciona na Rocinha, foram escolhidos para entregar o documento “A Favela e a Cidade Integradas – Plano local de desenvolvimento sustentável”, que foi elaborado pela Comissão Rocinha Rio+20, às autoridades das três esferas governamentais que compareceram na tarde desta terça-feira, dia 19, na Biblioteca Parque. O documento, com versão impressa em português e inglês, trata de temas como Urbanismo e Meio Ambiente, Acessibilidade, Educação, Saúde, Direitos Humanos e Cidadania, Esporte e Lazer, Comércio, Trabalho e Renda, Cultura e Turismo e Juventude. O secretário de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, Antonio Claret, esteve presente ao evento, ao lado de Maya Takagi, da Secretaria Nacional de Segurança Alimentar, representando a ministra Tereza Campello, do Desenvolvimento Social, e o presidente do Instituto Pereira Passos, Ricardo Henriques.

“Vivemos um momento em que não podemos mais tratar, de forma separada, os aspectos sociais, econômicos e ambientais. Hoje, essas três dimensões caminham juntas para que possamos encarar o desafio da superação da pobreza e a agenda social ganha relevo com a Rio+20. Nesse contexto o documento que os moradores da Rocinha prepararam é de extrema importância, não só porque aponta problemas, mas por trazer soluções também a essas demandas”, destaca o secretário Antonio Claret, que comentou também sobre a participação das seis comunidades  – Complexo do Alemão, Cidade de Deus, Babilônia/Chapéu-Mangueira, Vidigal, Cantagalo/Pavão-Pavãozinho, além da Rocinha – na Rio+20 Comunidades.

Antes da entrega do documento, a programação teve a apresentação de alunos da Escola Municipal Francisco de Paula Brito, que cantaram uma música da Turma da Mônica, sobre reciclagem, e o grupo Acorda Capoeira, com três esquetes teatrais. A turma do 6º ano também escreveu redações sobre o tema. A do menino Pablo de Souza, que tem um apelido bem especial, João Grilo, exaltou o lugar onde nasceu, brinca e quer crescer. Já Bruna dos Santos escreveu que o “meio ambiente é responsabilidade de cada um e todos devem se preocupar com essa questão”. Já as crianças do Instituto Wark foram responsáveis pela criação da capa do documento “A Favela e a Cidade Integradas”. Atualmente, há 30 alunos com idades a partir dos seis anos que aprendem grafite, desenho e artes plásticas.

“Nós desenvolvemos um trabalho com as crianças que produziram a capa explicando a importância do documento e discutindo a questão ambiental. O nosso pedido foi que elas transformassem isso em desenho e o resultado é a capa do documento que foi entregue hoje”, explicou Marcos Wark, do grupo GDR Grafiteiros da Rocinha, que também expuseram seu trabalho, em alusão à Rio+20, em quatro pontos da favela: Ruas 3 e 4, Portão Vermelho e Passarela da Rocinha.

A Rio+20 Comunidade na Rocinha é uma iniciativa da equipe de gestão local, do programa Territórios da Paz, em parceria com a Casa Civil, a Secretaria de Cultura – C4 e a Secretaria de Esporte e Lazer. A realização coube às associações de moradores da Vila Canoas e Vila Parque da Cidadania, a Câmara Comunitária da Rocinha, São Conrado e Gávea, a Casa de Arte da Rocinha, o CIEDS – Bairro Educador, CMS Albert Sabin, o Fórum Cultural da Rocinha, o Instituto Wark, a Janela da Cultura, o Museu da Rocinha Sankofa e a Rocinha Surfe Escola.

Maiores Informãções: http://www.rj.gov.br/web/seasdh/exibeconteudo?article-id=977426

Rio+20 toma conta da Chácara do Céu e do Vidigal

06/21/2012 às 3:20 pm | Publicado em Informações, Juventude | Comentários desativados em Rio+20 toma conta da Chácara do Céu e do Vidigal

A Cia Completa Mente Solta, do Colégio Estadual André Maurois, no Leblon, zona sul do Rio, trata no dia a dia a questão da sustentabilidade. São os próprios alunos que fazem o cenário e o figurino das peças, com o lixo que a escola, que tem 2500 alunos, produz. Além disso, eles confeccionam ímãs de geladeira e broches com tampinha de garrafa. O dinheiro arrecadado é revertido para a companhia e também para o aluno que vendeu a peça. Este caso retrata o espírito da programação que os moradores da Chácara do Céu e do Vidigal, juntamente com a equipe de gestão local do programa Territórios da Paz, da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, organizou para Rio+20 Comunidades.

“Achei muito legal participar de um evento como esse aqui na comunidade onde eu moro. Essa participação das comunidades faz com que a Rio+20 seja discutida aqui dentro, trazendo mais visibilidade ao evento. Eu tenho 40 alunos na companhia e percebo que eles, assim como grande parcela da população que mora em favela, não têm noção de cidadania. Acredito que a Rio+20 nas comunidades é um começo na discussão da sustentabilidade e do meio ambiente para que seja criada uma conscientização”, comentou o professor Marcio Januário.

Várias ONGs que atuam na comunidade marcaram presença no evento, que aconteceu na Vila Olímpica do Vidigal. Nós do Morro, Instituto Todos na Luta, Associação de Mulheres de Ação e Reação são alguns órgãos locais que levaram o seu trabalho. Tantos os moradores do Vidigal quanto de outras partes da cidade puderam conferir as apresentações de teatro, dança, capoeira, entre outras atividades. O encerramento vai ficar por conta do músico Gabriel, o Pensador, uma escolha dos próprios moradores do Vidigal.

O evento Rio+20 Comunidades começou na última quinta-feira, dia 14, no Chapéu-Mangueira e Babilônia. Outras quatro comunidades, além do Vidigal, estão participando do evento, que acontece até o próximo sábado, dia 23. São elas: Rocinha, Cantagalo/Pavão-Pavãozinho, Complexo do Alemão e Cidade de Deus. A moradora do Vidigal, Aline Fernandes, da Associação de Mulheres de Ação e Reação, aprovou a ideia dos eventos e disse que é um importante passo para a interação de quem atua no local.

“Acaba que cada um trabalha de forma isolada e um evento desse tipo serve para que a gente possa trocar experiências e que as instituições conheçam o trabalho do outro. Além disso, é uma forma de integrar todas as comunidades que estão participando da Rio+20 para que, assim, possamos criar uma consciência ambiental”, comentou Aline, que é psicanalista e desenvolve um trabalho com as mulheres da comunidade.

Para as crianças, muita brincadeira. A filha de Luana Rodrigues, 31 anos, Jenifer, de 10 anos, já estava com o rosto pintado, quando encontrou com a mãe na Vila Olímpica.

“Eu estava em casa e resolvi dar uma passada para ver o evento. A minha filha está sempre por aqui, porque ela fez diversas atividades na Vila Olímpica. O que eu mais gostei foi a organização ter escolhido este local, já que a maior parte dos eventos aqui do Vidigal acontecem na parte debaixo, na praça onde fica o ponto de ônibus. São dias como esse que mudam a rotina do morro”, resumiu Luana.

Maiores Informações : http://www.rj.gov.br/web/seasdh/exibeconteudo?article-id=975345

Unidade Móvel Rio + 20 nas Comunidades leva atrações para Copacabana

06/19/2012 às 1:13 pm | Publicado em Uncategorized | Comentários desativados em Unidade Móvel Rio + 20 nas Comunidades leva atrações para Copacabana

Durante todo o dia comunidades apresentaram projetos na orla da Zona Sul do Rio

Oficinas, debates, shows, filmes e atividades culturais. Esta foi a programação levada pela Unidade Móvel Rio + 20 nas Comunidades, da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), à praia de Copacabana no domingo. Durante todo o dia, a programação variada, preparada por representantes de várias comunidades pacificadas, chamou a atenção de quem passava pela orla.

“A carreta possibilita o acesso a diversos serviços nas comunidades e também atividades de cultura, que são projetos desenvolvidos pelas próprias comunidades. É a chance de divulgarmos para um público mais amplo, como hoje aqui em Copacabana, a riqueza de manifestações culturais que acontecem nas comunidades pacificadas. Nesse contexto, em que o mundo discute sustentabilidade, nós buscamos criar esses laços entre o econômico, o social, o ambiental e o cultural, pensando pela integração da nossa cidade, do nosso estado, para que tenhamos melhores condições para todos viverem de uma forma mais harmônica, mais feliz, e com uma perspectiva de futuro. O importante é isso, nós sairmos da preocupação maior com o presente, com a sobrevivência no dia a dia e pensarmos nas trajetórias de vida que sejam ao mesmo tempo sustentáveis, desejáveis, tanto socialmente quanto para os indivíduos”, explicou o secretário de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, Antônio Claret.

A programação teve início com a apresentação do Instituto Staumbor, iniciativa do músico Ricardo Mirapalheta, que visa ensinar música clássica para crianças e jovens das comunidades. O instituto já atua nas comunidades da Maré, Providência e Morro dos Cabritos, onde está formando orquestras.

“Nós já tocamos em vários lugares, mas aqui em Copacabana é a primeira vez, ainda mais em um palco sobre rodas, com toda a infra estrutura, foi um momento muito emocionante”, contou Ricardo.

A apresentação foi seguida pela palestra de prevenção ao desaparecimento de crianças e adolescentes, proferida pela presidente da Fundação para a Infância e Adolescência, Teresa Cosentino. Em seguida foi a vez do Projeto Trilha Ecológica, das comunidades do  Borel e Formiga,  apresentar sua palestra.

À tarde, o projeto Horta Comunitária da Coroa, do Morro de  São Carlos, apresentou o seu trabalho. O projeto Escola de Percussão da  Providência se apresentou em seguida. O grupo Jovens da Periferia da comunidade do Batan colocou o público para dançar com sua apresentação, assim como o grupo Strit Dance, da Providência. A banda da escola de música do JOCUM e o projeto Minha Música Minha Vida, ambos do Borel, também se apresentaram.

As atividades foram encerradas pela Superintendência de Direitos Individuais, Coletivos de Difusos (SuperDir) da SEASDH, que levou para a unidade móvel show das Drags, DJs,  Balcão de Direitos e apresentação dos filmes: Rio sem Homofobia, Por outros olhos e Novamente.

Maiores Informações: http://www.rj.gov.br/web/seasdh/exibeconteudo?article-id=974186

SEASDH marca presença na Rio+20

06/18/2012 às 4:28 pm | Publicado em Informações | Comentários desativados em SEASDH marca presença na Rio+20

Secretário Antonio Claret e a subsecretária Andréa Sepúlveda participaram do seminário “As Nações Unidas e a Cooperação Internacional para o Desenvolvimento”

O terceiro dia do Pavilhão do Governo do Estado do Rio de Janeiro, na Conferência da ONU para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, foi marcado pela presença da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos. O secretário Antonio Claret e a subsecretária de Defesa e Promoção dos Direitos Humanos, Andréa Sepúlveda, participaram de duas mesas do seminário “As Nações Unidas e a Cooperação Internacional para o Desenvolvimento”, que aconteceu neste sábado, dia 16, no Parque dos Atletas.

“É um prazer para o governo do Estado participar desse painel, ao lado de parceiros internacionais, especialmente a ONU, para apresentar o que estamos fazendo. A secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos identificou uma expressiva parcela da população fluminense que vivia com menos de 1 dólar por dia e que, mesmo com o benefício do governo federal, o Bolsa Família, ainda se encontravam abaixo da linha de pobreza extrema. Diante dessa realidade, a secretaria elaborou, em 2011, o plano Rio sem Miséria, que já beneficia um milhão de pessoas, com um auxílio médio de R$86”, explicou o secretário.

Antonio Claret participou do painel 1, “Desenvolvimento Sustentável e a Erradicação da pobreza”, ao lado da subdiretora-geral de Ciências Naturais da Unesco, Gretchen Kalonji, o representante da Unicef no Brasil, Gary Stahl, da diretora do Meio Ambiente e Energia, do PNUD, Veerle Wandeweerd e da diretora executiva adjunta da ONU Mulheres, Lakshmi Puri.

“O desenvolvimento econômico e social e a erradicação da pobreza devem ser prioridades para os países em desenvolvimento, mas essa meta pensar também ser inclusiva. O meu recado é que precisamos agir agora”, setenciou Veerle Wandeweerd.

Já a subsecretária Andréa Sepúlveda participou do painel 4, “Desemprego e Trabalho Decente” levou para a discussão o trabalho que o Governo do Estado faz em relação ao combate do trabalho escravo. Além dela, participaram da mesa, Marcelo dos Santos Sá, secretário de Políticas Públicas de Emprego (MTE), Arthur da Silva Santos, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e Ivo Dall’Acqua Júnior, diretor da Federação do Comércio do Estado de São Paulo.

“Um dos papeis do secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos é garantir que as políticas desenvolvidas se tornem permanentes e resistam às mudanças de governo. A nossa missão, com o combate ao trabalho escravo e, como consequência, a garantia do trabalho decente, é criar mecanismos que possibilitem a prevenção, o enfrentamento, a repressão e a reinserção social dessa pessoa. Para que esses dois objetivos aconteçam, criamos a Comissão Estadual para a Erradicação do Trabalho Escravo para que tenhamos, de fato, trabalhadores com uma vida feliz, digna e que possamos garantir o direito ao desenvolvimento humano, sustentável e inclusivo”, destacou a subsecretária Andréa Sepúlveda.

Mais Informações: http://www.rj.gov.br/web/seasdh/exibeconteudo?article-id=973470

Estado inaugura sala de MMA no CRJ de Manguinhos

06/18/2012 às 4:12 pm | Publicado em Informações, Juventude | Comentários desativados em Estado inaugura sala de MMA no CRJ de Manguinhos

Espaço oferecerá aulas de diversas artes marciais a mais de 500 jovens da comunidade

A Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), através da Superintendência de Juventude (SupJ), inaugurou, na tarde desta quinta-feira, 14 de junho, o Centro de MMA (Arte Marcial Mista) do Centro de Referência da Juventude (CRJ) de Manguinhos, na Zona Norte do Rio. A iniciativa é uma parceria com a Team Nogueira, dos irmãos Rogério Minotouro eRodrigo Minotauro, a Prime Sports, o Grupo Haiti e a Legião da Boa Vontade (LBV).
O espaço oferecerá aulas de artes marciais para 500 jovens, de 12 a 29 anos da comunidade. A intenção é treinar e profissionalizar jovens atletas para competir em torneios como o Ultimate Fighting Championship (UFC).
Lutador desde os 11 anos, o vendedor de balas Anderson Martins Ribeiro, de 26 anos, vê no novo espaço uma oportunidade para melhorar seu desempenho.
“Eu comecei a lutar no chão grosso quando era criança, em Jardim Primavera. Há 10 anos vim morar em Manguinhos e quando inauguraram o CRJ eu vim treinar aqui e passei a integrar a equipe do CRJ e a competir. Para quem não tem recursos, como eu, esse espaço é maravilhoso, uma oportunidade para crescer no esporte. Nunca treinei em um local com uma estrutura como essa”, contou Anderson.
O espaço oferecerá aulas de Boxe Tailandês, Karatê, Boxe, Jiu jitsu, MMA, Capoeira e Luta Livre. As inscrições podem ser feitas no CRJ Manguinhos, que fica na Avenida Dom Helder Câmara, 1.184, Manguinhos. Os documentos necessários são: Carteira de Identidade, CPF e comprovante de residência.
“A ideia dos Centros de MMA nos CRJs nasceu após identificarmos essa demanda dos jovens das comunidades que querem lutar MMA. Após a inauguração da Centro na unidade do Complexo do Alemão, nos trouxemos todos os parceiros aqui em Manguinhos para mostrar que podíamos ter um Centro de formação completo de MMA, já que temos um auditório. Aqui os jovens serão treinados e farão a formação ideológica, de saúde, que é como se prepara para ser um lutador de MMA”, explica o superintendente de Juventude da SEASDH, Allan Borges.
“A arte marcial e o esporte mudaram a minha vida, me deram a oportunidade de viajar o mundo todo competindo. Para mim é um grande sonho um dia ver alguns desses jovens competindo em eventos internacionais em suas modalidades. Estamos aqui para trazer o know how, tudo o que a gente aprendeu ao longo dos anos, nossas experiências e exemplo para esses jovens correrem atrás dos seus sonhos, para que sejam bons atletas, bons professores e cidadãos. Eu fiquei impressionado com o espaço do CRJ, com tanta gente praticando arte marcial e com certeza será uma parceria de sucesso, vamos tirar grandes campeões daqui”, disse Rogério Minotouro.
Além dos treinos, o espaço oferecerá a cada dois meses seminários sobre Segurança Alimentar, Drogas e Anabolizantes, Como ser um profissional completo, dentre outros, para os jovens que praticam luta em todos os CRJs.

“Nós sabemos que tem mais de 500 pessoas praticando artes marciais aqui no CRJ, e todos os professores estão de parabéns. É com muita honra que a Team Nogueira se agrega a esse espaço na parte de MMA. Vamos trazer os melhores atletas para ensinarem aqui”, ressaltou Rodrigo Minotauro.
“Esse espaço contribui para a elevação da auto-estima desses jovens, aquisição de novas condutas e redução de condutas de risco, e de serem os futuros lutadores dos octógonos do Brasil e do mundo. Estamos dando a esses jovens as mesmas condições dos jovens de classe média, de experimentar uma arte marcial, de ser um lutador, ou de ser um profissional dentro do CRJ”, ressalta Allan.
Este é o segundo Centro de MMA montado em uma unidade do CRJ. O primeiro foi inaugurado em maio na unidade do Complexo do Alemão, e atende a 220 jovens.
O CRJ é um espaço de juventude gerido pela SUPJ-RJ, com o objetivo de apresentar novas perspectivas de futuro aos jovens de comunidades de baixa renda, em situação de risco social e/ou pessoal, através da inclusão social. Os equipamentos, montados dentro das comunidades, oferecem cursos, atividades esportivas e culturais com estratégias socioeducativas.
Atualmente são dez unidades do CRJ em todo o estado. A última foi inaugurada no município de Silva Jardim.
Também prestigiaram a inauguração o superintendente de Relações Institucionais da Super Rádio Brasil, da LBV, Pedro Paulo Torres; e a subsecretária executiva da SEASDH, Maria Célia Vasconcelos Pucu.

Mais Informações Acesse: http://www.rj.gov.br/web/seasdh/exibeconteudo?article-id=970712

Restaurante Cidadão da Cidade de Deus abriu neste sábado para participar da programação da Rio+20

06/18/2012 às 3:49 pm | Publicado em Informações | Comentários desativados em Restaurante Cidadão da Cidade de Deus abriu neste sábado para participar da programação da Rio+20

Cardápio foi tipicamente brasileiro: feijoada

O Restaurante Cidadão da Cidade de Deus funciona de segunda a sexta-feira, mas o equipamento da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, abriu neste sábado, dia 16, por um motivo muito especial: participar da programação que a comunidade da zona oeste da cidade preparou para a Rio+20. O espaço abriu por volta das 11h com um cardápio tipicamente brasileiro, a tradicional feijoada, com couve, farofa e laranja. Para completar, o grupo Sentido da Cor, também da Cidade de Deus, preparou um repertório que agradou quem foi ao restaurante, com muito samba e pagode.

“Hoje foi um dia atípico para o nosso restaurante, mas não podíamos ficar de fora da Rio+20 na Cidade de Deus. O almoço foi preparado para aquelas pessoas que foram conferir o que estava na programação e para os que trabalharam nas oficinas e na Feira Solidária. Recebemos, por exemplo, a criançada que participou dos Jogos Abertos”, explicou Cláudia Regina, superintendente de Segurança Alimentar, que destacou a ação intersetorial entre a sua superintendência e a de Territórios, que, junto com a Casa Civil, apoiou seis comunidades (Rocinha, Vidigal, Cidade de Deus, Complexo do Alemão, Babilônia/Chapéu-Mangueira e Cantagalo/Pavão-Pavãozinho) a organizarem roteiros para a Rio+20, entre os dias 14 e 23.

“Só é possível ter sucesso se ajudarmos uns aos outros e essa parceria entre a superintendência de Segurança Alimentar e Territórios deu muito certo. Outro fator para essa ação bem sucedida é que a comunidade da Cidade de Deus é muito receptiva e se envolve com as atividades que a gente propõe”, comenta Cláudia.

Quem comemorou a iniciativa foi o contra-mestre Leo, professor Leonardo Bento, morador da Cidade de Deus há 11 anos e que, há sete, dá aula de capoeira para crianças a partir dos seis anos de idade.

“Em todas as aulas as crianças me perguntavam quando ia acontecer os Jogos Abertos. E um dos pontos altos do evento foi esse almoço aqui no Restaurante Cidadão da Cidade de Deus, porque é disso que a gente precisa: de pessoas que queiram ajudar a gente. São de atividades como essa que a comunidade precisa para que possamos mostrar os talentos que temos aqui na Cidade de Deus”, disse Leonardo.

Para Maiores Informações Acesse : http://www.rj.gov.br/web/seasdh/exibeconteudo?article-id=973462

DADA A LARGADA PARA A RIO+20 COMUNIDADES

06/18/2012 às 2:55 pm | Publicado em Informações, Juventude | Comentários desativados em DADA A LARGADA PARA A RIO+20 COMUNIDADES

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Chapéu-Mangueira e Babilônia abrem a programação que se estende até o dia 23

“Hoje é um dia de festa e eu estou muito feliz de estar aqui”. A belga Fanny Cullard resumiu bem o clima no Chapéu-Mangueira e na Babilônia, duas comunidades da Zona Sul do Rio que abriram a programação da Rio+20 nas comunidades pacificadas. Os moradores da Rocinha, Vidigal, Complexo do Alemão, Cantagalo e Pavão-Pavãozinho e Cidade de Deus, junto com a equipe de gestão do programa Territórios da Paz, da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, também organizaram roteiros que vão ocupar as comunidades até o próximo dia 23.

“Seis meses depois eu vejo a relização do projeto Rio + 20 Comunidades. A secretaria foi apenas um canal de comunicação e deu a estrutura para que os moradores pudessem realizar esse evento que foi feito por e para eles. Esses moradores querem participar da construção da sociedade e, hoje, na inauguração desses roteiros, aqui no Chapéu-Mangueira, mostram que estão mobilizados para isso”, destacou o superintendente de Territórios, Daniel Misse, que disse ainda que “esta é a primeira vez que o Estado tem uma grande parceria com as comunidades, pautada no diálogo”.

No Chapéu-Mangueira e Babilônia, a programação se estende das 10h às 22h, nos dias 14 e 15 e conta com caminhadas ecológicas, desfile de roupa feita com pet, oficina de culinária, teatro, bate-papo Favela, entre outras atividades, como uma feira de artesanato, onde até as jóias vendidas são sustentáveis.

“A comunidade vem se reunindo com a equipe social do Territórios da Paz desde março para pensar nesse evento envolvido na conferência da Rio+20. A gente criou uma comissão e o nosso prazer foi conseguir fazer parte de uma atividade que foi planejada por nós mesmos. Antes, as coisas chegavam já prontas e a gente não podia opinar”, comentou Eduardo Henrique, morador há 18 anos do Chapéu-Mangueira.

Para os moradores ou para os visitantes, a Rio+20 Comunidades é uma bela forma de marcar uma mudança pela qual as duas comunidades estão passando. Por isso, o roteiro incluiu diversos pontos das duas favelas, até mesmo aqueles que não são badalados.

“Eu trabalho como voluntária aqui no Chapéu-Mangueira desde 2006 e eu vejo as mudanças desde que a UPP foi implantada. As crianças eram muito oprimidas. Elas não sorriam. Quando eu dava lego para a brincadeira, elas construiam armas. Era essa a realidade que eles estavam acostumados. Os bandidos ficavam armados em frente à creche. Hoje, vemos que a comunidade está mais livre e as pessoas descontraídas e eu sinto que elas estão muito felizes com esse evento”, disse Geni da Silva, que é dentista e artista plástica e, de forma lúdica, trata de temas como higiene e educação com as crianças.

Geni e o filho Rafael Fernandes é que levaram o casal Fanny Cullard e Laurence Devers, que estão hospedados em sua casa, no Jardim Botânico, para ir ao evento. Rafael disse que a mãe estava “muito feliz” e ela concorda: “aqui eu sempre estou feliz, porque tem as minhas crianças”.

“Mesmo vindos de fora eles não tinham nenhuma imagem das favelas e eu disse que não eles não precisavam se preocupar. Essas duas comunidades estavam muito abandonadas e hoje elas conseguem se organizar e realizar um evento como disse”, disse Rafael que pensa em prestar vestibular para engenharia ambiental.

Para a equipe de gestão social do Território, a materialização do dever cumprido é mostrar a cara da Babilônia e a cara do Chapéu-Mangueira: “O evento aqui tem desfile de moda, bate-papo sobre favela para que os moradores pudessem mostrar a cultura e a memória dessas duas comunidades. As mudanças, em vinte anos, foram fundamentais para que os moradores se tornassem sujeitos ativos de sua história. Hoje, a favela é dos moradores, de seus parentes e amigos e de quem mais quiser subir o morro”, resumiu Flora Daemon, gestora social do Chapéu-Mangueira e da Babilônia.

Para maiores informações:

Acesse o Link  http://www.rj.gov.br/web/seasdh/exibeconteudo?article-id=973470

 

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