Secretaria promove Encontro Estadual sobre o Redesenho do PETI

09/24/2013 às 12:54 pm | Publicado em Informações | Deixe um comentário

Evento reuniu os 63 municípios do Estado do Rio de Janeiro que possuem o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil.

Wanderson Costa Cruz-486

A Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), por meio da Subsecretaria de Assistência Social e Descentralização da Gestão (SSASDG), realizou, nesta segunda-feira (23/09), o Encontro Estadual do Redesenho do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI). Com o objetivo de mobilizar os diferentes atores sociais estabelecendo estratégias para a erradicação do trabalho infantil no Estado de Rio de Janeiro, trata-se de um encontro com todos os municípios do Estado do Rio de Janeiro que possuem o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil.

“É dever do Estado assumir a responsabilidade de definir as diretrizes para erradicação do trabalho infantil e cuidar das nossas crianças e adolescentes. O lugar deles é na escola e realizando atividades culturais. Precisamos da sensibilidade de toda a rede de assistência para combater o trabalho infantil. A rede já está bem melhor estruturada e hoje eu vejo que o Estado tem capacidade de avançar”, destacou o secretário de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, Zaqueu Teixeira.

O Coordenador do PETI do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Francisco Antônio de Souza Brito, a presidente do Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil do Rio de Janeiro, Regina Moreira, além de representantes de 63 municípios do estado, reuniram-se no Auditório da SEASDH, no Prédio da Central do Brasil. O evento também contou, na sua programação, com um debate, com as oficinas destinadas aos municípios com todas as informações necessárias para o processo de redefinição do Programa e com a palestra “O Cenário Estadual do Trabalho Infantil e as Estratégias de Planejamento no Redesenho do PETI”, dirigida pelo coordenador do PETI no MDS.

“A sociedade tem que analisar que ninguém está ganhando com uma criança ou adolescente explorado, que não terá um desenvolvimento satisfatório. Mas podemos considerar que o Brasil tem uma trajetória assertiva neste assunto, não à toa, estamos sediando a 3ª Conferência Global de Trabalho Infantil. Quando o PETI nasceu não existiam os programas do SUAS, o que fortaleceu muito a rede”, afirmou Souza Brito.

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