Rio elege Miss Transsex 2013

10/23/2013 às 12:31 pm | Publicado em Informações | Deixe um comentário

Evento contou com a parceria da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos

Wanderson Costa Cruz-193

O Rio de Janeiro foi palco, na noite da última segunda-feira, do II concurso Beleza Miss Transex 2013, realizado no Teatro João Caetano, no Centro da cidade. O evento, que reuniu 28 concorrentes de 11 estados brasileiros, contou com o apoio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH). A campeã Raika Ferraz, de 21 anos, natural de Araras, no interior de São Paulo, irá representar o Brasil no Miss International Queen 2014, na Tailândia.

Em sua segunda edição, o concurso, organizado e idealizado por Majorie Macchi, ganhou patrocínio internacional de uma clínica tailandesa, a Kamol Cosmetic Hospital.

“Contar com a parceria do Governo do Estado, de um empresa internacional e de tantas outras nacionais nos mostra que realmente era preciso inovar. Estamos muito felizes em realizar a segunda edição do projeto”, disse Majorie.

O secretário de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, Zaqueu Teixeira, destacou a importância do evento para a construção de uma sociedade sem homofobia.

“O Miss Transex é extremamente importante para que, através da beleza, nós possamos ter um política afirmativa das travestis e transexuais. É importantíssimo que a gente continue patrocinando e apoiando essa ação. Nós temos que estar unidos e irmanados nessa causa, porque é isso que vai fazer com que superemos todo tipo de dificuldades encontradas no dia a dia”, destacou o secretário.

O coordenador do programa Rio Sem Homofobia e superintendente estadual de Direitos Individuais, Coletivos e Difusosos, Cláudio Nascimento, também prestigiou o evento.

“É uma satisfação estar aqui neste momento que é mágico. A Majorie nos procurou há 2 anos e nós logo entendemos que era fundamental abraçar esse projeto, por entender que poderia ser uma estratégia importante, simbólica e muito significativa para trazer ao debate a agenda afirmativa das transexuais, além das páginas de horror, sem a conotação da violência, mas sim do lugar de protagonistas e sujeitos de suas próprias histórias. Cidadania não tem roupa certa, não importa a roupa que eu visto, a identidade que eu assumo, o que importa é o que eu faço de mim e da vida que eu tenho e da relação com as pessoas”, falou Cláudio.

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