SEASDH cadastra famílias que ocupavam hospital desativado no Caju para receber Aluguel Social

10/25/2013 às 12:14 pm | Publicado em Informações | Deixe um comentário

Espaço será desocupado para dar lugar a uma escola estadual profissionalizante

Wanderson Costa Cruz-380

A Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH) começou, nesta quinta-feira (24/10), o cadastramento de 105 famílias no programa Aluguel Social, do Governo do Estado. As famílias ocupam há pouco mais de 1 ano um pavilhão do antigo Instituto Estadual de Infectologia São Sebastião, no Caju. O espaço será demolido para dar espaço a uma Escola Estadual Profissionalizante, que será construída pela Empresa de Obras Públicas do Estado do Rio de Janeiro (EMOP) para a Secretaria de Estado de Educação.

“Com o cadastramento no Aluguel Social vamos dar a essas famílias segurança para que possam deixar o pavilhão do antigo hospital e alugar uma moradia mais adequada enquanto não recebem uma moradia definitiva”, disse o secretário de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, Zaqueu Teixeira, em visita ao local de cadastramento na manhã desta quinta-feira.

As 105 famílias receberão o auxílio no valor de R$ 400 por 12 meses, podendo ser prorrogado caso haja necessidade.

“Mãe de três filhos e esperando o quarto, a dona de casa Beatriz Schwartz de Souza, de 20 anos, é uma das cadastradas.

“Morava com minha sogra em outro bairro, mas era muito ruim. Viemos para cá há 1 ano quando ficamos sabendo que tinha lugar para morar sem ter que pagar aluguel. Meu marido trabalha de auxiliar de serviços gerais e ganha cerca de R$ 700 por mês, não temos condições de pagar aluguel. Quando fiquei sabendo que teríamos que sair daqui fiquei preocupada e disse que só acreditaria que receberíamos aluguel social ou casa nova vendo. Agora que está acontecendo vou começar a procurar casa para alugar e espero conseguir um lugar melhor para minha família’, contou Beatriz.

A passadeira Ana Claudia Figueiredo Silva, de 23 anos, que mora com uma companheira e a filha dela, há pouco mais de um ano, também foi cadastrada no aluguel social.

“Eu pagava aluguel para um tio para morar na casa dele, mas estava muito apertado quando soube daqui e vim morar. Agora vamos ter que sair. Quando o dinheiro desse aluguel sair vou procurar outro lugar para ficarmos”, disse Ana Claudia.

O cadastramento está sendo realizado pela Superintendência de Políticas Emergenciais.

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